
O objetivo é motivar empresas e inventores a investir na exploração do satélite. O prêmio é de US$ 30 milhões e tem brasileiro na briga!!!
A entrada da equipe brasileira SpaceMETA na corrida foi anunciada juntamente com a de outras seis, provenientes de países tão diferentes como EUA, Israel, Canadá, Hungria, Índia e Chile. No total, 29 times de várias partes do mundo estão na briga. Para a equipe ser considerada vencedora, a nave – ou um veículo secundário carregado por ela – deve percorrer pelo menos 500 metros e transmitir vídeos com qualidade para a Terra. Tudo isso até a meia-noite do dia 31 de dezembro de 2012. Se até lá ninguém conseguir tal feito, o prazo será estendido por mais dois anos, mas o prêmio será US$ 5 milhões menor.
“O nosso projeto tem grandes chances”, diz Cavalcanti, empresário do setor de tecnologia que sempre foi fascinado pela exploração espacial. “As empresas que não têm experiência nessa atividade vão trazer grandes inovações para o setor espacial”, diz.
Para alcançar tamanha glória, o time brasileiro conta com tecnologias bem diferentes das que nos acostumamos a ver nos mais de 50 anos de domínio da Nasa na exploração espacial. Para começar, o foguete é movido a etanol – algo inédito na indústria aeroespacial. O motor a combustão, no entanto, só será acionado a cerca de 80 quilômetros do chão – ele será levado por um enorme balão até essa altura, o que garantirá uma economia de 40% no consumo de combustível.

VISIONÁRIO
Cavalcanti investe em um foguete movido a etanol
É por isso que gente importante apoia o projeto. Cavalcanti garante que o conselho da SpaceMETA tem entre seus membros executivos de grandes empresas como Petrobras e Intel.
É esperar para ver.

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