segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O sapato do futuro: reutilizável, reciclável e biodegradável

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Muita água já passou sob a ponte da criação do calçado mais antigo do mundo (que teria sido utilizado entreos anos 8.000 e 7.000 a.C.)  até os milhões de sapatos, tênis, botas e todo tipo de proteção para os pés fabricados atualmente.

Diante da insustentabilidade do sistema atual, a indústria de calçados também está se transformando, e nos últimos dias, surgiram três interessantes propostas para tornar os sapatos mais amigáveis ao planeta.



Reutilizável: sapatos com solas intercambiáveis
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Uma dos desafios mais importantes é tornar os sapatos mais duráveis, e a proposta da marca norte-americana Urshuz é mais que interessante.
Trata-se de uma linha de sapatos cuja sola é atada à parte superior por uma série de elásticos, permitindo o intercâmbio das duas partes para criar diferentes pares. Assim, por exemplo, pode-se ter um par de solas e mudar a parte de cima conforme a estação, com as cores preferidas, ou quando uma das duas partes se rompe.



Sapatos em materiais recicláveis
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À brasileira Melissa, que usa plástico Meflex 100% reciclável, somam-se outras iniciativas semelhantes, como a da norte-americana Civic Duty, que fabrica calçados informais com Tyvek (um material desenvolvido pela Dupont, leve, impermeável e 100% reciclável).

Biodegradável: tênis biodegradáveis
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Por fim, a OAT Shoes fabrica calçados que não causam impacto ambiental ao final de sua vida útil. Esta marca holandesa recém- lançada criou um tênis 100% biodegradável, que pode ser enterrado em seu jardim ou composteira quando ficar velho.

Apesar de parecer a alternativa mais interessante, é importante pensar na utilidade e versatilidade dos produtos antes de seu descarte, já que calçados com múltiplas funções ou duráveis como os citados anteriormente podem ser mais ou menos verdes, dependendo de como são analisados.
Estas iniciativas demonstram que a indústria de calçados começa a oferecer alternativas menos descartáveis e mais conscientes em relação ao planeta. E então, qual destes calçados você escolheria?

Bateria de papel é recarregada com vapor d’água


Para tentar diminuir o impacto dos eletrônicos no meio ambiente, cientistas portugueses da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa, acabam de desenvolver uma bateria feita com papel sulfite usado.

Segundo os pesquisadores, primeiro, a folha passa por uma série de processos de nome um tanto quanto complicado, como “deposição de eletrodos e caracterização morfológica e elétrica”, mas o resultado final é bastante simples de entender: um gadget de papel, que ainda por cima pode ser recarregado em qualquer lugar.

Sabe por quê? A bateria funciona à base de vapor d’água. Logo, o gadget pode ser recarregado em qualquer ambiente que esteja com a umidade relativa do ar superior a 40%, segundo os cientistas.

Eles garantem, ainda, que esse tipo de bateria pode ser utilizado em diversos dispositivos eletrônicos, como celulares, computadores e, até mesmo, aparelhos médicos. O gadget ainda não tem data para chegar ao mercado, mas se a bateria de papel, realmente, funcionar, pode ser o fim das piadinhas sobre a inteligência dos portugueses… 

Esculturas com insetos

Animais empalhados são transformados em "máquinas" minúsculas


Scott Bain utiliza insetos de verdade para construir as máquinas em miniatura que você vê nas imagens abaixo. O artista usa técnicas de taxidermia para conservar as características dos insetos e transformá-los em esculturas dignas de qualquer filme de ficção científica.
Editora Globo

A ideia de Bain é mostrar como os homens colocam os outros animais e até mesmo o planeta à mercê de suas vontades. A tentativa humana de controlar a natureza é retratada nos insetos que perderam sua essência para servirem aos humanos.


Editora Globo

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Melhor rendimento no Trabalho é relativo às distrações


Pesquisa desmente ideia de que o rendimento cai quando há distração

Antes de bloquear Youtube no computador de seu funcionário ou de esconder a tela do computador quando está vendo algo divertido – e que não tem nada a ver com seu trabalho –, leia esta notícia, e repasse para o maior número possível de pessoas. Um novo estudo publicado na revista Cognition mostra que pequenas distrações ajudam a manter a pessoa concentrada na mesma tarefa por um período mais longo do que se ela estivesse fazendo a tarefa principal sem parar.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Illinois acredita que os pensamento funciona como a sensação. Por exemplo, depois de um tempo usando uma roupa, seu corpo "esquece" que você a sente. Assim como quando um objeto está por um longo período em nosso campo de visão periférico, após um tempo, ele "some" de nossa visão. Quem já perdeu foco depois de muito tempo concentrado na mesma atividade, sem distrações, passa pela mesma coisa, supõem os cientistas.




Editora GloboPara eles, nosso cérebro consegue ficar focado por determinado tempo em uma atividade e depois perde a atenção nela. Assim, uma distração curta ajudaria a voltar à atividade principal com foco renovado. A atenção não é o problema, porque nosso cérebro está sempre atento a alguma coisa. O problema é que, com o tempo, ele se habitua a uma atividade e seus estímulos não são mais registrados de maneira significativa. É a sensação de ler a mesma página de um livro várias vezes e não entender nada.

A equipe testou 84 voluntários divididos em grupos que se concentravam somente em uma tarefa e outro que passava um período concentrado em uma atividade principal, mas teve momentos de distração. Esses últimos prenderam sua atenção por mais tempo na tarefa principal e ainda se saíram melhor nela.

O resultado parece confirmar a hipótese dos cientistas de que o cérebro é feito para detectar e responder a mudanças. Na prática, eles sugerem que ao realizar uma tarefa que exige muito tempo em concentração, a pessoa faça pequenas pausas para retomar a atenção novamente depois.

Ano Internacional das Florestas



Pedra de Cucuí, AM
A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou 2011 como o Ano Internacional das Florestas, mais uma tentativa de ressaltar a sua urgente importância para a humanidade.

Floresta da Tijuca, RJ
No Dicionário Analógico da Língua Portuguesa, de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, publicado pela Lexicon, encontrei muitas palavras que remetem à ideia representada pelo vocábulo floresta.
 
Ilha de Boipeba, BA
Seguem alguns substantivos, verbos e adjetivos que selecionei seguindo critérios subjetivos de afinidade: flora, sombra, árvore, trepadeira, arvoredo, madressilva, selva, mato, mata, capoeira, bosque, matagal, brenha, silvado, silveiral, caatinga, devesa, alameda, seringal, moita, folhagem, frondosidade, brotar, arvorecer, florir, arborizar, relvar, alfombrar, verde, silvestre, espesso, frondoso.

Reserva Biológica Maracá-Jipiocá, AP
Este então é o meu leque de sensações, principalmente das lembranças visuais que, ao percorrer florestas, gravei na memória e em filme.
 
Reserva Biológica Maracá-Jipiocá, AP








Por: Roberto Linsker

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Tecnologia ao mar!!!

                                           Trata-se do Semi-Submarino Ultra High-Tech.
O primeiro semi submarino compacto do mundo , tem seu cockpit  localizado abaixo do casco de flutuação para que você sempre tenha uma linda vista do que está abaixo. As janelas do EGO são feitas de materiais especiais de acrílico, usados em aquários para suportar a pressão da água e permitir a transmissão de luz para melhor visibilidade. 
 
Raonhajes electric semi submarine EGO
Possui uma velocidade máxima de 4 nós por 4 horas, e é executado por 6-10 horas com uma única carga. Outros equipamentos incluem um sistema de monitoramento do LCD, sistemas de monitoramento da bateria, rádio VHF , profundímetro digital, pedalinho, bússola e relógio.


Origem: Mundo Tecnologico

Hollywood: a capital do cinema!!

Foram dois os motivos centrais que atraíram os primeiros produtores da indústria cinematográfica americana para Los Angeles (cidade onde fica o distrito de Hollywood): o clima californiano e a distância de Nova York.

O primeiro era perfeito para filmagens: o sol brilhava o ano todo e as paisagens podiam ser facilmente adaptadas às mais variadas tramas - há ali tanto deserto quanto mar e montanhas para serem utilizados como cenários naturais.

O segundo motivo explica-se pelo fato de os cineastas e produtores tentarem escapar do controle de patentes que o inventor americano Thomas Edison (1847-1931) tentava impor em Nova York. Depois de criar, em 1893, o kinetoscópio - precursor do cinematógrafo francês (lançado pelos irmãos Lumière dois anos depois) -, Edison obteve tanto sucesso que criou uma empresa, a Motion Pictures Patents Company, só para tentar controlar a lucrativa nova mídia.

A companhia passou a colecionar processos contra todos que usavam a tecnologia patenteada por Edison sem pagar pelos direitos. Com isso, os primeiros aspirantes a cineastas americanos se mandavam para trabalhar no outro lado do país, na costa da Califórnia.

Prêmio Oscar: Qual a Origen desse Nome???

Existem três versões de como - após ter sido criado em 1929 pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood - a honraria ganhou esse apelido no começo da década de 30.

Segundo a mais popular delas, a fonte teria sido um comentário espontâneo de uma secretária executiva da Academia, chamada Margaret Herrick, que, ao ver a estatueta, teria exclamado: "Parece meu tio Oscar!" Um porém: os historiadores que tentaram checar a veracidade dessa lenda descobriram que Herrick não tinha um tio e, sim, um primo com esse nome.

Outros atribuem o batismo ao colunista Sidney Skolsky, o primeiro a usar o termo na imprensa, em 1934.

Como se não bastasse, a atriz Bette Davis reivindicou para si a autoria do cognome, ao dizer que, visto de trás, o troféu lembrava seu marido, o trompetista Harmon Oscar Nelson. A Academia só passou a usar oficialmente o apelido a partir de 1939.


Origem: Mundo Estranho

Uma corrida de robôs na Lua

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O objetivo é motivar empresas e inventores a investir na exploração do satélite. O prêmio é de US$ 30 milhões e tem brasileiro na briga!!!


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O Brasil nunca esteve tão próximo de chegar à Lua. Até o meio de 2012, um time nacional liderado pelo empresário Sérgio Cabral Cavalcanti promete levar o primeiro veículo não tripulado privado até o satélite natural. Uma das motivações é um prêmio que pode chegar a US$ 30 milhões. Quem oferece a recompensa é o Google Lunar X Prize, concurso promovido pela gigante da internet e pela X Prize Foundation, organização sem fins lucrativos de estímulo à inovação.

A entrada da equipe brasileira ­SpaceMETA na corrida foi anunciada juntamente com a de outras seis, provenientes de países tão diferentes como EUA, Israel, Canadá, Hungria, Índia e Chile. No total, 29 times de várias partes do mundo estão na briga. Para a equipe ser considerada vencedora, a nave – ou um veículo secundário carregado por ela – deve percorrer pelo menos 500 metros e transmitir vídeos com qualidade para a Terra. Tudo isso até a meia-noite do dia 31 de dezembro de 2012. Se até lá ninguém conseguir tal feito, o prazo será estendido por mais dois anos, mas o prêmio será US$ 5 milhões menor.

“O nosso projeto tem grandes chances”, diz Cavalcanti, empresário do setor de tecnologia que sempre foi fascinado pela exploração espacial. “As empresas que não têm experiência nessa atividade vão trazer grandes inovações para o setor espacial”, diz.


Para alcançar tamanha glória, o time brasileiro conta com tecnologias bem diferentes das que nos acostumamos a ver nos mais de 50 anos de domínio da Nasa na exploração espacial. Para começar, o foguete é movido a etanol – algo inédito na indústria aeroespacial. O motor a combustão, no entanto, só será acionado a cerca de 80 quilômetros do chão – ele será levado por um enorme balão até essa altura, o que garantirá uma economia de 40% no consumo de combustível.
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VISIONÁRIO
Cavalcanti investe em um foguete movido a etanol

O robô que vai explorar o solo lunar em nada se parece com os veículos com rodinhas que já passaram pelo satélite natural ou por Marte. O veículo brasileiro consiste de uma esfera cheia de molas e painéis de captação solar na parte externa. Por dentro, um computador. Sua grande inovação é que ele não precisará de energia para se locomover. As molas serão feitas de nitinol, uma liga metálica conhecida pela capacidade de voltar à forma original. Cada vez que receber luz do Sol, elas vão se expandir, e com a escuridão, se retrair. “Isso vai fazer com que ele trafegue eternamente pela Lua”, explica Cavalcanti. “O consumo de energia de toda a missão é muito baixo, o que dá uma grande vantagem ao nosso projeto”, diz.
É por isso que gente importante apoia o projeto. Cavalcanti garante que o conselho da SpaceMETA tem entre seus membros executivos de grandes empresas como Petrobras e Intel.

É esperar para ver.

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A Via Láctea e seus 50 bilhões de mundos


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Que tal este cálculo astronômico? Existem pelo menos 50 bilhões de exoplanetas na nossa galáxia. E tem mais: os astrônomos calculam que 500 milhões destes mundos alienígenas provavelmente se localizam no interior das zonas habitáveis de suas estrelas.

Então, quantos destes planetas abrigam a vida? Infelizmente, não há uma estimativa para esta pergunta.
Este anúncio foi feito no sábado pelo cientista-chefe da Missão Kepler, William Borucki, da Associação Americana pelo Avanço da Ciência, em Washington DC. Na verdade, a missão não contou 50 bilhões de exoplanetas, mas chegou a este número pelas extrapolações dos dados registrados pelo telescópio espacial até esta data.

Por exemplo, como a missão Kepler localizou 1.235 candidatos a exoplanetas até agora – 53 dos quais orbitam estrelas em suas zonas habitáveis – e sabendo aproximadamente quantas estrelas existem na nossa galáxia (acredita-se que existam cerca de 300 bilhões de estrelas na Via Láctea), pode-se gerar uma estimativa de quantos planetas estão orbitando estas estrelas.

A missão Kepler estudou apenas 1/400 do céu, e pode detectar apenas os exploplanetas que passam diante (ou estão “em trânsito”) de suas estrelas-mãe. No entanto, é preciso mais tempo para detectar exoplanetas que orbitam a uma distância maior de suas estrelas.
Considerando todos estes fatores, pode-se gerar uma estimativa mais baixa. Mas é provável que existam mais do que os 50 bilhões de planetas que Borucki descreve.

Calcular esta estimativa é relativamente simples, mas calcular quantos destes mundos poderiam abrigar vida é mais complicado. Como sabemos que a vida só existe em um único planeta da Via Láctea (a Terra, caso ainda tenham alguma dúvida), nenhuma suposição estatística pode chegar a uma estimativa do número de seres extraterrestres da nossa galáxia.

Tais estimativas podem parecer triviais, mas colocam a busca por extraterrestres em perspectiva. Existem pelo menos 50 bilhões de planetas capazes de desenvolver formas básicas de vida? Quantos deles permitiriam a evolução de civilizações avançadas?

Se existem alienígenas lá fora, a próxima pregunta de Borucki é: “por que ainda não nos visitaram?”. Ao que ele mesmo respondeu com: “eu não sei”.




Foto:  Imagem infravermelha do núcleo da Via Láctea, fotografada pelo Telescópio Espacial Spitzer (NASA/JPL-Caltech/S. Stolovy SSC/Caltech)

Origem:  Discovery Channel Notícias