sábado, 26 de março de 2011

Curiosidades do Casamento!!!

O Vestido de Noiva
A cor branca do vestido de noiva só foi popularizada no século XVII, na Inglaterra, através da rainha Vitória em sua união com o primo, o príncipe Albert. 
Um fato curioso deste casamento foi que a noiva que pediu o noivo em casamento, pois naquela época não era permitido fazer um pedido desses a uma rainha, então, ela não teve outra alternativa, a não ser pedir o príncipe em casamento.
E esta moda da cor branca no vestido de noiva lançada por ela permanece até os dias atuais. Antes disso, especialmente na Idade Média, não havia cor específica para a cerimônia; a cor mais usada era o vermelho. 
O vestido branco acabou sendo o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza.
Na Grécia e em Roma, existem relatos de que as pessoas usavam roupas brancas em celebrações importantes, como o nascimento e o casamento.

O Buquê de Noiva
Bouquet de noiva para os antigos gregos e romanos, o buquê de noiva era formado por uma mistura de alho e ervas ou grãos. Esperava-se que o alho afastasse espíritos maus e as ervas ou grãos garantissem uma união frutífera.
Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no buquê da noiva, seu temperamento se manteria “doce”.
Diz também a tradição que a mulher solteira que pegar o buquê da noiva, será a próxima a se casar.

O Anel de Noivado
O primeiro anel de noivado de que se tem notícia foi aquele dado pelo Rei da Alemanha, Maximiliano I, a Maria de Burgundy em 1477.
Até o século XIII não havia aliança de noivado ou compromisso. O Papa Inocente III declarou que deveria haver um período de espera que deveria ser observado entre o pedido de casamento e a realização da cerimônia matrimonial.
É por isso que hoje se tem o costume de usar um anel de noivado e depois a aliança de casamento.

A Aliança de Casamento
Siginifica compromisso, pacto, união.
 Na Sagrada Escritura, o relacionamento de Deus com os homens aparece repetidamente em termos de aliança do latim foedus, também conhecido como bérith em hebraico e diathéke em grego.
Acredita-se que uso de alianças no terceiro dedo da mão esquerda no casamento servia para selar o matrimônio e vem da tradição cristã, do século XI, em que acreditava-se que nesse dedo havia uma veia que ia direto ao coração.
Encontramos um conto que, a partir do valor de uma aliança, nos ajuda a entender e repensar melhor sobre o valor de cada um. Clique aqui para ler esse conto.

terça-feira, 8 de março de 2011

Templo de sacrifícios humanos de 1.100 anos descoberto no Peru

    Maquete do santuário arqueológico Chotuna, situado perto de Lambayeque, no Peru


  Maquete do santuário arqueológico Chotuna, situado perto de Lambayeque, no Peru

Arqueólogos peruanos encontraram um templo de barro pré-inca de mais de 1.100 anos de idade e onde eram realizados oferendas e sacrifícios humanos na região de Lambayeque (norte).
"Neste templo de barro, eram celebradas oferendas materiais e sacrifícios humanos que eram costume do antigo Peru", explicou Carlos Wester, chefe da expedição, acrescentando que sua equipe também encontrou mais de 30 túmulos de mulheres sacrificadas.

O templo de 'Los Frisos' foi achado em 2007 no santuário arqueológico Chotuna, situado perto de Lambayeque, mas seus trabalhos de escavação foram concluídos recentemente.


O templo, da cultura Lambayeque ou Sican, mede 32 metros de extensão e é composto por muros e pilares adornados com altos-relevos de animais, homens estilizados e seres antropomorfos.


A cultura Lambayeque ou Sicán surgiu em torno dos anos 700 a 750 d.C. e se manteve vigente até 1375, com seu apogeu entre os anos 900 e 1100.


Esta civilização rendia culto ao Senhor de Sicán, o personagem da cultura religiosa de maior prestígio do norte do Peru durante 600 anos.

Televisão e iPad podem atrapalhar o sono!?

Assistir à televisão, usar o iPad ou checar o e-mail antes de ir para a cama pode perturbar o sono, de acordo com um estudo publicado na segunda-feira (07.03) pela Fundação Nacional do Sono nos Estados Unidos. A fundação, que anualmente realiza uma enquete sobre os hábitos do sono, avalia que 43% dos americanos entre 13 e 64 anos dizem que nunca ou raramente dormem bem à noite durante a semana.

O estudo revelou que o uso de aparelhos tecnológicos de comunicação antes de dormir é um fenômeno generalizado. Dos ouvidos, 95% disseram que assistem à televisão ou utilizam algum tipo de aparelho eletrônico, como computador, console de videogames ou telefone celular, por pelo menos uma hora antes de ir para a cama.

O telefone celular se transformou em um foco de alteração do sono, já que um em cada dez jovens entre 13 e 18 anos diz ser despertado todas ou quase todas as noites por uma mensagem de texto, uma ligação ou um e-mail.

Dois terços dos consultados assinalaram que durante a semana não conseguem dormir o que precisariam para ficar descansados. A maioria disse que necessita entre sete e sete horas e meia de sono para sentir-se bem, mas dormem, em média, seis horas e 55 minutos.

"Enquanto essas tecnologias se transformaram em algo habitual, está claro que temos que aprender mais sobre seu uso apropriado e deixá-las à margem para ter bons hábitos de sono", disse David Cloud, diretor da Fundação Nacional do Sono. Outra das descobertas é que os americanos tiram pequenos cochilos durante o dia para combater o sono, além de beber bastante café.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Faz mais frio no Pólo Norte ou no Pólo Sul?


O Pólo Sul é bem mais gelado.
Por lá, a temperatura média no verão não costuma passar dos 35ºC negativos. O Norte é mais quentinho, registrando médias de 0ºC nos períodos de calor. 

Há vários motivos para essa diferença. "O Pólo Sul fica na Antártida, o continente mais frio, alto e ventoso do planeta", afirma o glaciologista Jefferson Cardia Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Programa Antártico Brasileiro (Proantar). De fato, os fortes ventos antárticos são capazes de transformar esquimó em picolé. Já foram registrados furacões de até 320 km/h! A altitude é outro fator importante. 

O Pólo Sul fica a 2.992 metros, e o Norte, ao nível do mar - a cada 100 metros de subida, a temperatura cai 1ºC. Também a camada de gelo antártico é muito mais espessa.

No Sul, um manto de quase 2 800 metros separa o pólo do oceano, enquanto no ártico a capa de gelo não supera os 5 metros. "No Norte, as correntes marinhas são mais amenas, o que garante um clima menos frio", diz Jefferson. O ártico também consegue absorver mais energia solar. No Sul, como 99% do continente é coberto por gelo, a imensidão branca reflete para o espaço mais de 80% dos raios de sol, permanecendo gelada.

Porque os gatos sempre caem de pé?


Você já percebeu que os Gatos sempre caem de pé?
Você não precisa fazer um teste, mas observe um gato caindo de algum local, ele sempre cai de pé.

Isso se deve porque os gatos têm um senso de equilíbrio bastante apurado que lhes permite fazer movimentos rápidos e girar o corpo sobre as quatro patas.
O bichano realiza esse malabarismo contando com a grande sensibilidade dos receptores
(estrutura interna do ouvido responsável pelo equilíbrio). 

Afinal de contas, como o gato faz?
Isto tudo é permitido através da fisiologia do gato.
Sempre quer o gato esta em uma posição desconfortável, ocorre um aumento de pressão da região funcionando como alerta. Assim, essa “mensagem de alerta” é enviada para o sistema nervoso que manda vários sinais elétricos para o aparelho locomotor, em especial, os músculos.
Assim os músculos realizam uma serie de movimentos instintivos que fazem o corpo do animal recuperar o equilíbrio.

terça-feira, 1 de março de 2011

Zoo registra primeira vez de filhote de urso na neve

Filhote de urso polar se diverte na neve de zoológico dinamarquês

Editora Globo
 
 
Que o urso polar gosta de neve não é nenhuma novidade.
Mas mostrar a primeiro contato de um filhote de três meses com gelo é cena rara.
O zoológico dinamarquês Aalborg colocou o filhote da ursa Malik para fora da toca e registrou as primeiras impressões do animal nas imagens e vídeo que você confere abaixo.


Editora Globo

Editora Globo

Pedaladas purificadoras


A japonesa Nippon Basic apareceu com um produto de cair o queixo: bicicletas que filtram água. A CycloClean (entre no site, o banner é ótimo) purifica 5 litros de água por minuto de pedaladas – o filtro só precisa ser trocado a cada 2 anos.

Não pense que se trata apenas de um conceito: a CycloClean já está sendo produzida em larga escala.

Tá certo que custa US$ 6500, mas pode fazer a diferença em lugares do mundo que sofrem com a falta de água potável (a bike é bem resistente).

Em um dia de funcionamento, poderia suprir a necessidade de 1500 pessoas.

Como foi construído o Cristo Redentor?


A estátua de 38 metros de altura e mais de mil toneladas levou cinco anos para ser construída. Pode-se dizer que ela foi criada a seis mãos. O engenheiro Heitor da Silva Costa fez o primeiro projeto, o artista plástico Carlos Oswald se encarregou do desenho final e o escultor francês Paul Landowski modelou as peças que compõem a estátua. Sua construção começou a ser planejada em 1921, quando religiosos e autoridades do governo se reuniram em uma associação chamada Círculo Católico, no Rio de Janeiro, para discutir a idéia. Dois anos depois, foi realizado um concurso de projetos, vencido por Heitor da Silva Costa, e uma campanha nacional arrecadou fundos para a obra. Além do Corcovado, o Pão de Açúcar e o Morro de Santo Antônio também foram lembrados como possíveis pontos para o monumento.

A vontade de integrar a obra à natureza, porém, favoreceu a primeira montanha, cercada por uma bela porção de Mata Atlântica. Segundo o projeto original, o Cristo deveria segurar o globo terrestre em uma mão e uma cruz na outra. Mas a idéia de fazê-lo com os braços abertos caiu no gosto da população carioca e acabou prevalecendo. A construção de fato só teve início em 1926. A cerimônia de inauguração da estátua, em dia 12 de outubro de 1931, foi, obviamente, cheia de pompa, contando com a presença do então presidente Getúlio Vargas. Havia ainda um plano para que o ilustre cientista italiano Guglielmo Marconi - inventor do telégrafo sem fio e nome fundamental no desenvolvimento do rádio - acionasse, diretamente da Itália, as luzes que iluminariam o Cristo.

A idéia mirabolante partiu do jornalista Assis Chateaubriand, que combinou com Marconi que ele, a partir de um iate na baía de Nápoles, emitiria um sinal elétrico que seria captado por uma estação na Inglaterra e retransmitido para uma antena em Jacarepaguá, de onde as luzes seriam acesas. Mas o mau tempo não permitiu que esse artifício tão engenhoso fosse colocado em prática - um contratempo curioso, mas insignificante para a história do monumento que se tornaria símbolo do Rio de Janeiro e do Brasil em todo o planeta.

 Obra de mestre

Estátua demorou cinco anos para ser montada peça a peça
1. A estátua foi feita na França pelo escultor francês Paul Landowski - pois acreditava-se, na época, que profissionais brasileiros não teriam experiência para executar a obra. Antes de a obra ser trabalhada em seu tamanho original, foram preparadas várias maquetes de gesso - como a que aparece na foto acima. À direita, a poetisa Margarida Lopes de Almeida, cujas mãos serviram de modelo para as do Cristo

2. A estátua veio da França para o Brasil em pedaços. Só a cabeça era composta por 50 peças e cada uma das mãos media 3,2 metros de comprimento. Para levar esses objetos gigantes ao alto do Corcovado, foi usado o trem que ligava o morro à parte baixa do Rio de Janeiro, ferrovia existente desde o final do século XIX

3. Gigantescos andaimes de madeira e ferro permitiam aos operários o acesso aos pontos mais altos da obra, enquanto as peças eram erguidas por um sistema de cabos e roldanas. As várias partes do Cristo eram ocas e foram encaixadas aos poucos na estrutura metálica montada para sustentar o peso da estátua

4. A primeira parte a ficar pronta foi a cabeça. O Cristo foi surgindo, portanto, de cima para baixo. Todas as peças da parte externa foram revestidas com pastilhas de pedra-sabão, material que, apesar de ser facilmente riscado, resiste bem ao tempo e às variações de temperatura

Aplicativo de celular ajuda a detectar câncer

Aplicativo trabalha em conjunto com equipamento de ressonância magnética


Mesmo após algumas pesquisas sugerirem que o celular pode causar câncer, um novo estudo poderá redimir o telefone móvel de sua culpa. Cientistas dos Estados Unidos trabalham em um aparelho controlado por smartphone que faz o diagnóstico da doença. Pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts desenvolveram um equipamento que pode detectar tumores analisando poucas células do paciente, evitando as biópsias mais agressivas.

O aparelho, que cabe na palma da mão, é colocado ao lado da cabeceira do paciente e opera via um aplicativo no celular. Ele funciona com um chip de micro ressonância magnética, uma versão muito pequena dos aparelhos de ressonância usado em hospitais.
Editora Globo
Nanopartículas magnéticas medem níveis de proteína na pessoa – procurando marcadores específicos que indicam a presença de câncer. E os médicos podem ler os resultados diretamente na tela do smartphone.

Os pesquisadores testaram o aparelho em 50 pacientes, combinando as leituras de quatro tipos de marcadores de proteínas. O câncer foi detectado em 96% dos casos. Um segundo teste com 20 pessoas acertou todos os resultados. Os métodos convencionais detectam câncer em 84% dos casos.

O equipamento ligado ao celular dá os resultados em uma hora, bem mais rápido do que os meios tradicionais, que demoram cerca de 3 dias.

Apesar dos resultados animadores, os médicos não devem abandonar os métodos tradicionais de diagnosticar tumores tão cedo porque o novo aparelho tem algumas limitações.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O sapato do futuro: reutilizável, reciclável e biodegradável

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Muita água já passou sob a ponte da criação do calçado mais antigo do mundo (que teria sido utilizado entreos anos 8.000 e 7.000 a.C.)  até os milhões de sapatos, tênis, botas e todo tipo de proteção para os pés fabricados atualmente.

Diante da insustentabilidade do sistema atual, a indústria de calçados também está se transformando, e nos últimos dias, surgiram três interessantes propostas para tornar os sapatos mais amigáveis ao planeta.



Reutilizável: sapatos com solas intercambiáveis
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Uma dos desafios mais importantes é tornar os sapatos mais duráveis, e a proposta da marca norte-americana Urshuz é mais que interessante.
Trata-se de uma linha de sapatos cuja sola é atada à parte superior por uma série de elásticos, permitindo o intercâmbio das duas partes para criar diferentes pares. Assim, por exemplo, pode-se ter um par de solas e mudar a parte de cima conforme a estação, com as cores preferidas, ou quando uma das duas partes se rompe.



Sapatos em materiais recicláveis
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À brasileira Melissa, que usa plástico Meflex 100% reciclável, somam-se outras iniciativas semelhantes, como a da norte-americana Civic Duty, que fabrica calçados informais com Tyvek (um material desenvolvido pela Dupont, leve, impermeável e 100% reciclável).

Biodegradável: tênis biodegradáveis
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Por fim, a OAT Shoes fabrica calçados que não causam impacto ambiental ao final de sua vida útil. Esta marca holandesa recém- lançada criou um tênis 100% biodegradável, que pode ser enterrado em seu jardim ou composteira quando ficar velho.

Apesar de parecer a alternativa mais interessante, é importante pensar na utilidade e versatilidade dos produtos antes de seu descarte, já que calçados com múltiplas funções ou duráveis como os citados anteriormente podem ser mais ou menos verdes, dependendo de como são analisados.
Estas iniciativas demonstram que a indústria de calçados começa a oferecer alternativas menos descartáveis e mais conscientes em relação ao planeta. E então, qual destes calçados você escolheria?

Bateria de papel é recarregada com vapor d’água


Para tentar diminuir o impacto dos eletrônicos no meio ambiente, cientistas portugueses da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa, acabam de desenvolver uma bateria feita com papel sulfite usado.

Segundo os pesquisadores, primeiro, a folha passa por uma série de processos de nome um tanto quanto complicado, como “deposição de eletrodos e caracterização morfológica e elétrica”, mas o resultado final é bastante simples de entender: um gadget de papel, que ainda por cima pode ser recarregado em qualquer lugar.

Sabe por quê? A bateria funciona à base de vapor d’água. Logo, o gadget pode ser recarregado em qualquer ambiente que esteja com a umidade relativa do ar superior a 40%, segundo os cientistas.

Eles garantem, ainda, que esse tipo de bateria pode ser utilizado em diversos dispositivos eletrônicos, como celulares, computadores e, até mesmo, aparelhos médicos. O gadget ainda não tem data para chegar ao mercado, mas se a bateria de papel, realmente, funcionar, pode ser o fim das piadinhas sobre a inteligência dos portugueses… 

Esculturas com insetos

Animais empalhados são transformados em "máquinas" minúsculas


Scott Bain utiliza insetos de verdade para construir as máquinas em miniatura que você vê nas imagens abaixo. O artista usa técnicas de taxidermia para conservar as características dos insetos e transformá-los em esculturas dignas de qualquer filme de ficção científica.
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A ideia de Bain é mostrar como os homens colocam os outros animais e até mesmo o planeta à mercê de suas vontades. A tentativa humana de controlar a natureza é retratada nos insetos que perderam sua essência para servirem aos humanos.


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Melhor rendimento no Trabalho é relativo às distrações


Pesquisa desmente ideia de que o rendimento cai quando há distração

Antes de bloquear Youtube no computador de seu funcionário ou de esconder a tela do computador quando está vendo algo divertido – e que não tem nada a ver com seu trabalho –, leia esta notícia, e repasse para o maior número possível de pessoas. Um novo estudo publicado na revista Cognition mostra que pequenas distrações ajudam a manter a pessoa concentrada na mesma tarefa por um período mais longo do que se ela estivesse fazendo a tarefa principal sem parar.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Illinois acredita que os pensamento funciona como a sensação. Por exemplo, depois de um tempo usando uma roupa, seu corpo "esquece" que você a sente. Assim como quando um objeto está por um longo período em nosso campo de visão periférico, após um tempo, ele "some" de nossa visão. Quem já perdeu foco depois de muito tempo concentrado na mesma atividade, sem distrações, passa pela mesma coisa, supõem os cientistas.




Editora GloboPara eles, nosso cérebro consegue ficar focado por determinado tempo em uma atividade e depois perde a atenção nela. Assim, uma distração curta ajudaria a voltar à atividade principal com foco renovado. A atenção não é o problema, porque nosso cérebro está sempre atento a alguma coisa. O problema é que, com o tempo, ele se habitua a uma atividade e seus estímulos não são mais registrados de maneira significativa. É a sensação de ler a mesma página de um livro várias vezes e não entender nada.

A equipe testou 84 voluntários divididos em grupos que se concentravam somente em uma tarefa e outro que passava um período concentrado em uma atividade principal, mas teve momentos de distração. Esses últimos prenderam sua atenção por mais tempo na tarefa principal e ainda se saíram melhor nela.

O resultado parece confirmar a hipótese dos cientistas de que o cérebro é feito para detectar e responder a mudanças. Na prática, eles sugerem que ao realizar uma tarefa que exige muito tempo em concentração, a pessoa faça pequenas pausas para retomar a atenção novamente depois.

Ano Internacional das Florestas



Pedra de Cucuí, AM
A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou 2011 como o Ano Internacional das Florestas, mais uma tentativa de ressaltar a sua urgente importância para a humanidade.

Floresta da Tijuca, RJ
No Dicionário Analógico da Língua Portuguesa, de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, publicado pela Lexicon, encontrei muitas palavras que remetem à ideia representada pelo vocábulo floresta.
 
Ilha de Boipeba, BA
Seguem alguns substantivos, verbos e adjetivos que selecionei seguindo critérios subjetivos de afinidade: flora, sombra, árvore, trepadeira, arvoredo, madressilva, selva, mato, mata, capoeira, bosque, matagal, brenha, silvado, silveiral, caatinga, devesa, alameda, seringal, moita, folhagem, frondosidade, brotar, arvorecer, florir, arborizar, relvar, alfombrar, verde, silvestre, espesso, frondoso.

Reserva Biológica Maracá-Jipiocá, AP
Este então é o meu leque de sensações, principalmente das lembranças visuais que, ao percorrer florestas, gravei na memória e em filme.
 
Reserva Biológica Maracá-Jipiocá, AP








Por: Roberto Linsker

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Tecnologia ao mar!!!

                                           Trata-se do Semi-Submarino Ultra High-Tech.
O primeiro semi submarino compacto do mundo , tem seu cockpit  localizado abaixo do casco de flutuação para que você sempre tenha uma linda vista do que está abaixo. As janelas do EGO são feitas de materiais especiais de acrílico, usados em aquários para suportar a pressão da água e permitir a transmissão de luz para melhor visibilidade. 
 
Raonhajes electric semi submarine EGO
Possui uma velocidade máxima de 4 nós por 4 horas, e é executado por 6-10 horas com uma única carga. Outros equipamentos incluem um sistema de monitoramento do LCD, sistemas de monitoramento da bateria, rádio VHF , profundímetro digital, pedalinho, bússola e relógio.


Origem: Mundo Tecnologico

Hollywood: a capital do cinema!!

Foram dois os motivos centrais que atraíram os primeiros produtores da indústria cinematográfica americana para Los Angeles (cidade onde fica o distrito de Hollywood): o clima californiano e a distância de Nova York.

O primeiro era perfeito para filmagens: o sol brilhava o ano todo e as paisagens podiam ser facilmente adaptadas às mais variadas tramas - há ali tanto deserto quanto mar e montanhas para serem utilizados como cenários naturais.

O segundo motivo explica-se pelo fato de os cineastas e produtores tentarem escapar do controle de patentes que o inventor americano Thomas Edison (1847-1931) tentava impor em Nova York. Depois de criar, em 1893, o kinetoscópio - precursor do cinematógrafo francês (lançado pelos irmãos Lumière dois anos depois) -, Edison obteve tanto sucesso que criou uma empresa, a Motion Pictures Patents Company, só para tentar controlar a lucrativa nova mídia.

A companhia passou a colecionar processos contra todos que usavam a tecnologia patenteada por Edison sem pagar pelos direitos. Com isso, os primeiros aspirantes a cineastas americanos se mandavam para trabalhar no outro lado do país, na costa da Califórnia.

Prêmio Oscar: Qual a Origen desse Nome???

Existem três versões de como - após ter sido criado em 1929 pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood - a honraria ganhou esse apelido no começo da década de 30.

Segundo a mais popular delas, a fonte teria sido um comentário espontâneo de uma secretária executiva da Academia, chamada Margaret Herrick, que, ao ver a estatueta, teria exclamado: "Parece meu tio Oscar!" Um porém: os historiadores que tentaram checar a veracidade dessa lenda descobriram que Herrick não tinha um tio e, sim, um primo com esse nome.

Outros atribuem o batismo ao colunista Sidney Skolsky, o primeiro a usar o termo na imprensa, em 1934.

Como se não bastasse, a atriz Bette Davis reivindicou para si a autoria do cognome, ao dizer que, visto de trás, o troféu lembrava seu marido, o trompetista Harmon Oscar Nelson. A Academia só passou a usar oficialmente o apelido a partir de 1939.


Origem: Mundo Estranho

Uma corrida de robôs na Lua

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O objetivo é motivar empresas e inventores a investir na exploração do satélite. O prêmio é de US$ 30 milhões e tem brasileiro na briga!!!


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O Brasil nunca esteve tão próximo de chegar à Lua. Até o meio de 2012, um time nacional liderado pelo empresário Sérgio Cabral Cavalcanti promete levar o primeiro veículo não tripulado privado até o satélite natural. Uma das motivações é um prêmio que pode chegar a US$ 30 milhões. Quem oferece a recompensa é o Google Lunar X Prize, concurso promovido pela gigante da internet e pela X Prize Foundation, organização sem fins lucrativos de estímulo à inovação.

A entrada da equipe brasileira ­SpaceMETA na corrida foi anunciada juntamente com a de outras seis, provenientes de países tão diferentes como EUA, Israel, Canadá, Hungria, Índia e Chile. No total, 29 times de várias partes do mundo estão na briga. Para a equipe ser considerada vencedora, a nave – ou um veículo secundário carregado por ela – deve percorrer pelo menos 500 metros e transmitir vídeos com qualidade para a Terra. Tudo isso até a meia-noite do dia 31 de dezembro de 2012. Se até lá ninguém conseguir tal feito, o prazo será estendido por mais dois anos, mas o prêmio será US$ 5 milhões menor.

“O nosso projeto tem grandes chances”, diz Cavalcanti, empresário do setor de tecnologia que sempre foi fascinado pela exploração espacial. “As empresas que não têm experiência nessa atividade vão trazer grandes inovações para o setor espacial”, diz.


Para alcançar tamanha glória, o time brasileiro conta com tecnologias bem diferentes das que nos acostumamos a ver nos mais de 50 anos de domínio da Nasa na exploração espacial. Para começar, o foguete é movido a etanol – algo inédito na indústria aeroespacial. O motor a combustão, no entanto, só será acionado a cerca de 80 quilômetros do chão – ele será levado por um enorme balão até essa altura, o que garantirá uma economia de 40% no consumo de combustível.
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VISIONÁRIO
Cavalcanti investe em um foguete movido a etanol

O robô que vai explorar o solo lunar em nada se parece com os veículos com rodinhas que já passaram pelo satélite natural ou por Marte. O veículo brasileiro consiste de uma esfera cheia de molas e painéis de captação solar na parte externa. Por dentro, um computador. Sua grande inovação é que ele não precisará de energia para se locomover. As molas serão feitas de nitinol, uma liga metálica conhecida pela capacidade de voltar à forma original. Cada vez que receber luz do Sol, elas vão se expandir, e com a escuridão, se retrair. “Isso vai fazer com que ele trafegue eternamente pela Lua”, explica Cavalcanti. “O consumo de energia de toda a missão é muito baixo, o que dá uma grande vantagem ao nosso projeto”, diz.
É por isso que gente importante apoia o projeto. Cavalcanti garante que o conselho da SpaceMETA tem entre seus membros executivos de grandes empresas como Petrobras e Intel.

É esperar para ver.

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A Via Láctea e seus 50 bilhões de mundos


Via lactea
Que tal este cálculo astronômico? Existem pelo menos 50 bilhões de exoplanetas na nossa galáxia. E tem mais: os astrônomos calculam que 500 milhões destes mundos alienígenas provavelmente se localizam no interior das zonas habitáveis de suas estrelas.

Então, quantos destes planetas abrigam a vida? Infelizmente, não há uma estimativa para esta pergunta.
Este anúncio foi feito no sábado pelo cientista-chefe da Missão Kepler, William Borucki, da Associação Americana pelo Avanço da Ciência, em Washington DC. Na verdade, a missão não contou 50 bilhões de exoplanetas, mas chegou a este número pelas extrapolações dos dados registrados pelo telescópio espacial até esta data.

Por exemplo, como a missão Kepler localizou 1.235 candidatos a exoplanetas até agora – 53 dos quais orbitam estrelas em suas zonas habitáveis – e sabendo aproximadamente quantas estrelas existem na nossa galáxia (acredita-se que existam cerca de 300 bilhões de estrelas na Via Láctea), pode-se gerar uma estimativa de quantos planetas estão orbitando estas estrelas.

A missão Kepler estudou apenas 1/400 do céu, e pode detectar apenas os exploplanetas que passam diante (ou estão “em trânsito”) de suas estrelas-mãe. No entanto, é preciso mais tempo para detectar exoplanetas que orbitam a uma distância maior de suas estrelas.
Considerando todos estes fatores, pode-se gerar uma estimativa mais baixa. Mas é provável que existam mais do que os 50 bilhões de planetas que Borucki descreve.

Calcular esta estimativa é relativamente simples, mas calcular quantos destes mundos poderiam abrigar vida é mais complicado. Como sabemos que a vida só existe em um único planeta da Via Láctea (a Terra, caso ainda tenham alguma dúvida), nenhuma suposição estatística pode chegar a uma estimativa do número de seres extraterrestres da nossa galáxia.

Tais estimativas podem parecer triviais, mas colocam a busca por extraterrestres em perspectiva. Existem pelo menos 50 bilhões de planetas capazes de desenvolver formas básicas de vida? Quantos deles permitiriam a evolução de civilizações avançadas?

Se existem alienígenas lá fora, a próxima pregunta de Borucki é: “por que ainda não nos visitaram?”. Ao que ele mesmo respondeu com: “eu não sei”.




Foto:  Imagem infravermelha do núcleo da Via Láctea, fotografada pelo Telescópio Espacial Spitzer (NASA/JPL-Caltech/S. Stolovy SSC/Caltech)

Origem:  Discovery Channel Notícias